1 MILHÃO DE PIXELS

5.200de 1.000.000 pichados

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Política de conteúdo

Atualizado em

O resumo honesto: a gente é restritivo. É muito mais fácil liberar uma categoria depois do que tirar cem blocos do ar quando o Google Safe Browsing bater na porta — e o Safe Browsing não avisa antes.

1. O que é avaliado

Os três, sempre: a arte, o texto e o destino do link. Um link limpo com arte de golpe é recusado. Uma arte inocente apontando para phishing é recusada. O destino é aberto e olhado, não deduzido pelo domínio.

A revisão é humana e acontece em até 72 horas. Nada é publicado automaticamente.

2. O que é recusado

Estes são os motivos que aparecem na recusa, com o texto que você recebe:

3. As categorias fechadas por decisão

Aposta, cassino, conteúdo político e eleitoral, cripto, token e NFT são legais no Brasil e mesmo assim não entram aqui. Não é questão jurídica: é escolha.

Aposta e cripto são onde mais aparece promessa de retorno disfarçada, e são o que atrai o tipo de reclamação que derruba um domínio. Político e eleitoral tem regra própria, prazo próprio e fiscalização própria — não é isto aqui.

Tabaco, vape e cigarro eletrônico ficam de fora por outro motivo: a propaganda é proibida pela Lei 9.294/96.

4. O que passa, com ressalva

5. O que a gente olha com atenção, mas não recusa sozinho

Encurtador de link, marca conhecida aparecendo num subdomínio que não é dela, domínio recém-registrado, destino vazio, pedido de contato por fora. Nada disso recusa automaticamente — encurtador pode ser preguiça de quem copiou o link do celular, e nome de empresa pode conter uma palavra suspeita por acaso.

O que esses sinais fazem é dizer onde olhar primeiro. Quem decide é gente.

6. Recusa

A recusa sempre vem com motivo escrito, e sempre devolve o valor integral — inclusive em caso de má-fé evidente. Ficar com o dinheiro de golpista rende estorno, disputa e custo maior que o valor do bloco. Com reincidente a gente bloqueia, não cobra.

Você pode recorrer uma vez, por e-mail, e quem recusou responde. Não existe segunda instância.

7. Depois de publicado

Um link aprovado hoje pode virar outra coisa amanhã: domínio que expira e é comprado por terceiro, conta invadida, ou simplesmente o conteúdo do destino trocado depois da revisão.

Não prometemos varredura periódica dos destinos. Prometer monitoramento contínuo de dez mil links seria promessa que não se cumpre. O que existe é o canal de denúncia, aberto e sem cadastro, e a remoção em segundos.

As regras de remoção e de devolução em cada caso estão no item 7 dos Termos de Uso.

8. Como denunciar um bloco

O canal é a página de denúncia. É aberto, não pede cadastro e não exige que você seja o prejudicado — qualquer pessoa que veja algo errado no muro pode apontar.

O que a gente pede é o bloco e o que há de errado com ele. Toda denúncia é lida por gente; nenhuma remoção é automática. Se você preferir escrever, o e-mail do responsável está abaixo e vale igual.

Se a denúncia for de conteúdo que viola direito seu — sua marca, sua foto, seu texto —, diga isso, porque muda a urgência.

9. Quem responde por este site

A identificação exigida pelo Marco Civil da Internet, para você saber com quem está falando antes de precisar:


Dúvida sobre este documento: oi@1milhaodepixels.com